Criando um super computador com Raspberry PI

Tava demorando….

O pessoal da Universidade Southampton (Inglaterra) disponibilizou um tutorial (passo-a-passo) ensinando a criar um supercomputador com o diminuto Raspberry PI.

O tutorial pode ser conferido no link pi supercomputer southampton.

Fontes:

BR-Linux

University of Southampton

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Instalando e configurando ambiente Ruby on Rails no Ubuntu 10.04 em seis passos

A finalidade deste tutorial, é ter um ambiente preparado para desenvolvimento web com Ruby on Rails.

Ao final da instalação, teremos um ambiente com a seguinte configuração: Ruby 1.9.2 + Rails 3.2.1 + RubyGems 1.8.17 + SQLite3/MySQL/PostgreSQL.

Primeiro passo

$ sudo apt-get update
$ sudo apt-get install build-essential libssl-dev libreadline5-dev zlib1g-dev curl libssl-dev apache2-utils

Instalação dos pré-requisitos para o funcionamento correto do Ruby após instalado.

Segundo passo

$ cd ~ 
$ wget ftp://ftp.ruby-lang.org//pub/ruby/ruby-1.9-stable.tar.gz
$ tar xpzvf ruby-1.9-stable.tar.gz
$ cd  ruby-1.9.X-pYYY
$ sudo ./configure
$ sudo make
$ sudo make install

Instalação do Ruby 1.9.X diretamente do código fonte que será instalado em /usr/local/bin/ruby.

Terceiro passo

$ cd ~ 
$ wget http://rubyforge.org/frs/download.php/75856/rubygems-1.8.17.tgz
$ tar xpzvf rubygems-1.8.17.tgz
$ cd rubygems-1.8.17
$ sudo ruby setup.rb

Instalação do RubyGems que já ficará configurado de acordo com o Ruby instalado anteriomente.

Quarto passo

$ sudo gem install rails 

Instalação da versão estável atual do Rails, a 3.2.1.

Quinto passo


Neste passo, darei três opções para escolha de qual BD utilizar.

SQLite3 (default na instalação do Rails)

$ sudo apt-get install sqlite3 libsqlite3-dev 
$ sudo gem install sqlite3-ruby

Instalação do SQLite3, as libs necessária para compilação e funcionamento da gem e sua respectiva gem.

MySQL

$ sudo apt-get install mysql-server-5.1 mysql-client-5.1 libmysqlclient-dev 
$ sudo gem install mysql

Instalação do servidor e cliente do MySQL 5.1, as libs necessária para compilação e funcionamento da gem e sua respectiva gem.

OBS: Rails assume que o arquivo socket MySQL será encontrado em /tmp/mysqld.sock. No Ubuntu, este não é o caso. Certifique-se de mudar database.yml para refletir o local real do arquivo de socket:

socket: '/var/run/mysqld/mysqld.sock' 

PostgreSQL

$ sudo apt-get install postgresql-8.4 postgresql-server-dev-8.4 
$ sudo gem install pg

Instalação do PostgreSQL 8.4, as libs necessária para compilação e funcionamento da gem e sua respectiva gem.

Para quem tiver interesse em algo mais detalhado do PostgreSQL 8.4 + pgAdmin III, clique aqui.

Sexto passo (e último)


Enfim, agora é hora de criar o projeto e meter a mão na massa.

SQLite3 (default)

$ rails new app_rails 

MySQL

$ rails new app_rails -d mysql 

PostgreSQL

$ rails new app_rails -d postgresql 

DICA: Jamais misture uma app instalada via gerenciador de pacotes com algum plugin/feature que é instalado via source. A probabilidade de acontecer alguma merda é alta, a não ser que você esteja sabendo bem onde esteja pisando; o que não foi meu caso.

DICA: Caso você encontre o erro “/usr/local/lib/ruby/gems/1.9.1/gems/execjs-1.3.0/lib/execjs/runtimes.rb:50:in `autodetect’: Could not find a JavaScript runtime. See https://github.com/sstephenson/execjs for a list of available runtimes. (ExecJS::RuntimeUnavailable)” compilando suas aplicações, basta proceder da seguinte forma:

$ cd ~ 
$ wget http://nodejs.org/dist/latest/node-v0.6.xx.tar.gz
$ tar xpzvf node-v0.6.xx.tar.gz
$ cd node-v0.6.xx
$ sudo ./configure
$ sudo make
$ sudo make install

OBS: Substitua xx pela release mais recente do node.

Fonte: Tutorial originalmente postado pelo Vitor Avelino em seu blog.

Melhorias no controle de SPAM & VIRUS no Zimbra

Integradando SPF, Razor & Pyzor ao SpamAssassin do Zimbra

Instalando spf query

SPF (Sender Policy Framework) é um sistema que tenta prevenir o envio de mensagens forjadas, faz isto através de configurações em seu DNS, quando um e-mail for enviado, o servidor checará as entradas TXT/SPF no seu servidor de DNS, e através dela saberá qual servidor pode entregar mensagens com origem em seu domínio, caso alguém esteja enviando mensagens @seudominio sem ser os servidores citados no registro TXT/SPF o servidor MTA pode ser configurado para recusá-la. É uma maneira bem eficiente de evitar problemas com seu dominio.

Instale a biblioteca para checagem spf

#Debian like

apt-get install libmail-spf-query-perl 

#RedHat like

yum install perl-Mail-SPF perl-Mail-SPF-Query

Instalando o razor2

O Razor2 é um sistema colaborativo, distribuido de filtro para deteccao e controle de spam.

Instale o razor2

#Debian like

apt-get install razor

#RedHat like

yum install perl-Razor-Agent razor-agents

Crie o diretorio do razor

mkdir /opt/zimbra/amavisd/.razor; chown -Rf zimbra:zimbra /opt/zimbra/amavisd/.razor

Agora torne-se zimbra (su zimbra) e crie a conta no razor

razor-admin -home=/opt/zimbra/amavisd/.razor -create
razor-admin -home=/opt/zimbra/amavisd/.razor -discover
razor-admin -home=/opt/zimbra/amavisd/.razor -register

Agora edite o arquivo /opt/zimbra/conf/spamassassin/v310.pre e descomente a linha referente ao razor

loadplugin Mail::SpamAssassin::Plugin::Razor2

Instalando o pyzor

O pyzor é uma rede de sistemas distríbuidos para controle de spam, este utiliza digest de mensagens para fazer análise e identificar o SPAM.

#Debina like

apt-get install pyzor

#RedHat like

wget -q -O – http://www.atomicorp.com/installers/atomic.sh | sh

yum install pyzor

Crie o diretorio do pyzor

mkdir /opt/zimbra/amavisd/.pyzor; chown zimbra:zimbra /opt/zimbra/amavisd/.pyzor

Agora como usuario zimbra (su zimbra)

zimbra@zcs:~/amavisd$ pyzor --homedir /opt/zimbra/amavisd/.pyzor discover
downloading servers from http://pyzor.sourceforge.net/cgi-bin/inform-servers-0-3-x
Traceback (most recent call last):
  File "/usr/bin/pyzor", line 8, in <module>
    pyzor.client.run()
  File "/var/lib/python-support/python2.5/pyzor/client.py", line 1005, in run
    ExecCall().run()
  File "/var/lib/python-support/python2.5/pyzor/client.py", line 184, in run
    self.servers  = self.get_servers(servers_fn)
  File "/var/lib/python-support/python2.5/pyzor/client.py", line 411, in get_servers
    servers.read(open(servers_fn))
  File "/var/lib/python-support/python2.5/pyzor/client.py", line 117, in read
    self.append(pyzor.Address.from_str(line))
  File "/var/lib/python-support/python2.5/pyzor/__init__.py", line 458, in from_str
    fields[1] = int(fields[1])
IndexError: list index out of range

Esse erro é normal, o pyzor tenta baixar o arquivo servers atualizado em http://pyzor.sourceforge.net/cgi-bin/inform-servers-0-3-x porém ele o arquivo não está disponível e retorna o erro.

Para resolver este problema, coloque a linha abaixo no arquivo servers dentro do diretório /opt/zimbra/amavisd/.pyzor, pois ele vai funcionar.

zimbra@zcs:/opt/zimbra$ echo "82.94.255.100:24441" > /opt/zimbra/amavisd/.pyzor/servers

Agora vamos fazer um teste para ver se nosso pyzor consegue se conectar no servidor.

zimbra@zcs:/opt/zimbra/amavisd/.pyzor$ pyzor --homedir /opt/zimbra/amavisd/.pyzor ping
82.94.255.100:24441     (200, 'OK')

Ajustando o spamassassin para trabalhar com razor2 e pyzor

Edite o arquivo /opt/zimbra/conf/spamassassin/local.cf

ok_languages en es
ok_locales en es
trusted_networks 127. 10.70. 192.168.
use_bayes 1
skip_rbl_checks 0
use_razor2 1
dns_available yes 

## Optional Score Increases
## Choose your preferred values...
score SPF_FAIL 10.000
score SPF_HELO_FAIL 10.000
score RAZOR2_CHECK 2.500
score PYZOR_CHECK 2.500
score BAYES_99 4.300
score BAYES_90 3.500
score BAYES_80 3.000
bayes_ignore_header Received: from mail3.example.com
bayes_ignore_header Received: from localhost
bayes_ignore_header Received: from mail1.example.com
bayes_ignore_header Received: from mail2.example.com

Ajustando configurações do amavisd-new

Edite o arquivo /opt/zimbra/conf/amavisd.conf

$sa_tag_level_deflt  = -10.0;  # add spam info headers if at, or above that level
$sa_tag2_level_deflt = 6.6; # add 'spam detected' headers at that level
$sa_kill_level_deflt = 15; # triggers spam evasive actions
$sa_dsn_cutoff_level = 15;    # spam level beyond which a DSN is not sent
$sa_quarantine_cutoff_level = 15;  # spam level beyond which quarantine is off

$sa_mail_body_size_limit = 512*1024; # don't waste time on SA if mail is larger
$sa_local_tests_only = 0;    # only tests which do not require internet access?

Integrando postgrey ao zimbra

O postgrey é uma implementação do conceito “greylist”. Muito eficiente no combate ao SPAM a greylist consiste em uma fila especial para entrega de mensagens, ele funciona da seguinte forma, quando um MTA tentar entregar uma mensagem para o seu servidor MTA o postgrey recusar a mensagem, dando um reject com codigo 550 (ou seja, tente mais tarde), se for um servidor real, configurado de acordo com as RFC’s de SMTP, ele tentará entregar a mensagem novamente depois de algum tempo, na segunda tentativa o postgrey libera o envio. Se for um sistema de SPAM ele simplesmente passa para a próxima mensagem de sua lista e não tenta entregar aquela mensagem que foi rejeitada. O postgrey é um sistema simples, com um conceito simples, porém extremamente funcional e diminui muito SPAM e VIRUS, seu fluxo de mensagens e sua fila vão diminuir bastante.

Veja neste gráfico como diminuiu a quantidade de spam e virus do servidor, analise o antes e depois.

Mailgraph greylisting.png

#Debina like

apt-get install postgrey

#RedHat like

yum install postgrey

Agora vamos configurar o postfix do zimbra para ususá-lo, edite o arquivo

vi /opt/zimbra/conf/postfix_recipient_restrictions.cf

E coloque a linha baixo antes da linha que contem a diretiva permite

check_policy_service inet:127.0.0.1:60000

Parametros de inicializacao do postgrey

Agora vamos ajustar os parametros de incializacao do postgrey, edite o arquivo /etc/defaults/postgrey e substitua

POSTGREY_OPTS="--inet=127.0.0.1:60000"

por

POSTGREY_OPTS="--inet=127.0.0.1:60000 --delay=60 --max-age=30"

Vamos entender o que é o que!

--delay especifica o tempo que um MTA ficara na greylist (por quanto tempo ele vai recusar msgs do mta).
--max-age significa por quanto tempo o postgrey vai manter essas informações em cache

whitelist do postgrey

O postgrey possue 2 tipos de whitelist, uma para clients e outra para recipients, vamos ajustar a whitelist de clients, edite o arquivo /etc/postgrey/whitelist_clients e caso queria colocar parte da esplanada dos ministérios lá, ficaria assim…

# ministerios do brasil 

planejamento.gov.br
comunicacoes.gov.br
mc.gov.br
mct.gov.br
mec.gov.br
desenvolvimento.gov.br
mds.gov.br
cultura.gov.br
cidades.gov.br
agricultura.gov.br
incra.gov.br
in.gov.br
mma.gov.br
mme.gov.br
mpas.gov.br
mre.gov.br
saude.gov.br
turismo.gov.br
presidencia.gov.br
brasil.gov.br
defesa.org.br
fazenda.gov.br
esporte.gov.br
integracao.gov.br
mj.gov.br
mte.gov.br
transportes.gov.br

# entidades com status de ministerio

agu.gov.br
cgu.gov.br
bcb.gov.br
nae.gov.br

# autarquias, agencias e programas ligados a ministerios

iti.gov.br
radiobras.gov.br
ebc.tv.br
onid.org.br
tvbrasil.org.br
serpro.gov.br
dataprev.gov.br

Salve a lista, reinicie o postgrey

/etc/init.d/postgrey restart

ou

invoke-rc.d postgrey restart

pronto, postgrey instalado, configurado e integrado!

referências

Instalando Xen 4.0 no Debian 6 Squeeze – 64 bits

1. Instalação

  •  Instalar o sistema debian 6 64 bits
  •  Atualizar o sistema

apt-get dist-upgrade

  •  Instalar os pacotes necessários

 apt-get install xen-hypervisor-4.0-amd64 linux-image-xen-amd64 xen-tools xen-qemu-dm vncviewer vnc4server xinetd xterm rsync

  • Após instalar o xen, é necessário corrigir a inicialização do mesmo no grub2

mv -i /etc/grub.d/10_linux /etc/grub.d/50_linux && update-grub2

2. Configuração do Xen

  • Criar backup do arquivo de configuração padrão do xen

cp -a /etc/xen/xend-config.sxp /etc/xen/xend-config.sxp.bkp

  • Editar o arquivo /etc/xen/xend-config.sxp como exemplo entre abixo:

(logfile /var/log/xen/xend.log)
#(loglevel DEBUG)

(xend-http-server yes)
(xend-port 8000)
(xend-address localhost)

(xend-unix-server yes)

(network-script ‘network-bridge antispoof=yes’)

(vif-script vif-bridge)

(dom0-min-mem 196)

(enable-dom0-ballooning yes)

(total_available_memory 0)

(dom0-cpus 0)

(vnc-listen ‘0.0.0.0’)
(vncpasswd ‘senha_vnc’)

(keymap ‘pt-br’)

  • Editar o arquivo /etc/xen-tools/xen-tools.conf e verificar se as linhas abaixo estão descomentadas, caso contrário, descomentar:

serial_device = hvc0
serial_device = tty1
disk_device = xvda
pygrub=1

3. Configuração das DomUs Para-Virtualizados (Máquinas Virtuais)

  •  Criar diretório onde ficarão as servidores virtualizados

mkdir -p /nome_do_diretorio/domains

3.1 Configuração de DomU de Servidor existente via rsync

  •  Criar diretórios de virtualização do servidor

mkdir -p /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor/tmp

  • Criar HD virtual do servidor

cd /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor

qemu-img create -f raw hd_root.img 50G

mkfs.ext3 -F hd_root.img

qemu-img create -f raw hd_swap.img 2G

mkswap -f hd_swap.img

  •  Criar arquivo de configuração da servidor
  • use o editor de texto de sua preferência
  • cd /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor
  • vim nome_do_servidor.cfg

import commands
krn_vers = commands.getoutput(‘uname -r’)

name = ‘nome_do_servidor’
builder = ‘linux’
ostype = ‘squeeze’ (Em distribuições debian-like, usar o nome da versão. Em distribuições centos, usar centos-{3,4,5 ou 6}, para demais, consulte tabela)
disk = [
‘file:/nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor/hd_root.img,xvda1,w’,
‘file:/nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor/hd_swap.img,xvda2,w’
]
memory = 1024 (Quantidade de memória)
vcpus = 1 (Quantidade de processadores)
arch = ‘amd64’ (Arquiterura do servidor: i386 ou amd64)
vif = [ ‘bridge=xenbr0’ ]
kernel = ‘/boot/vmlinuz-‘ + krn_vers
ramdisk = ‘/boot/initrd.img-‘ + krn_vers
root = ‘/dev/xvda1 ro’
on_poweroff = ‘destroy’
on_reboot = ‘restart’
on_crash = ‘restart’
extra = ‘xencons=xvc console=xvc0 video=tty’
vfb = [ ‘type=vnc,vncdisplay=X,vnclisten=0.0.0.0,vncpasswd=senha_vnc’ ] (vncdisplay=X é o mesmo que: 590X, ou seja, vncdisplay=1 significa 5901)

  •  Liberar acesso ao servidor xen (Dom0) via rsync para o servidor que esta sendo virtualizado
  • use o editor de texto de sua preferência
  • vim /etc/rsyncd.conf

# arquivo de log
log file = /var/log/rsyncd.log

# host
[nome_do_servidor](modulo_do_servidor)
path = /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor/tmp
read only = false
uid = root
hosts allow = ip_do_servidor
transfer logging = yes
log format = %t: host %h (%a) %o %f (%l bytes). Total %b bytes.

  • Montar imagem do HD virtual no diretório tmp

cd /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor

mount -o loop hd_root.img tmp

  • Rsync do servidor para o HD virtual
  • Logar no servidor que esta sendo virtualizado e começar o rsync

rsync -vaH –numeric-ids –stats –progress –exclude “/mnt/*” –exclude “/proc/*” –exclude “/sys/*” –exclude “/tmp/*” –exclude “/var/tmp/*” / ip_do_servidor::modulo_do_servidor

  • Finalizar instalação
  • cd /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor/tmp
  • use o editor de texto de sua preferência
  • FSTAB – Debian/Ubuntu

vim etc/fstab —  (NÃO COLOCAR “/” ANTES DO ETC

/dev/xvda1       /               ext3    defaults,errors=remount-ro 0       1
/dev/xvda2       none            swap    sw              0       0
proc            /proc           proc    nodev,noexec,nosuid     0       0

  • INITTAB – Debian / CentOS

vim etc/inittab

–Incluir linha–

#Xen
co:2345:respawn:/sbin/agetty 38400 xvc0

  •  EVENT.D – Ubuntu

mkdir etc/event.d

vim etc/event.d/xvc0

# xvc0 Xen Console
# This service maintains a getty on xvc0 from the point the system is
# started until it is shut down again.
start on runlevel 2
start on runlevel 3
stop on runlevel 0
stop on runlevel 1
stop on runlevel 4
stop on runlevel 5
stop on runlevel 6
respawn
exec /sbin/agetty 38400 xvc0

  • Configurar rede, se necessário:

vim etc/network/interfaces

  • Configurar securetty

vim etc/securetty

–Incluir no final do arquivo–

# Xen console
xvc0

  •  Copiar arquivos do kernel

cp -a /lib/modules/$(uname -r) lib/modules

  • Desmontar imagem do HD virtual

cd /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor

umount tmp

  • Inicializar máquina virtual

xm create -c /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor

Se a rede foi configurada, o servidor pode ser acessado via ssh

Acesso via VNC, ip_do_servidor:X, onde X faz referência ao vncdisplay informado no arquivo de cfg da máquina virtual

3.2 Configuração de DomU de Servidor novo via debootstrap

  •  Criar diretórios de virtualização do servidor

mkdir -p /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor/tmp

  •  Criar HD virtual do servidor

cd /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor

qemu-img create -f raw hd_root.img 50G

mkfs.ext3 -F hd_root.img

qemu-img create -f raw hd_swap.img 2G

mkswap -f hd_swap.img

  • Criar arquivo de configuração da servidor
  • use o editor de texto de sua preferência
  • cd /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor
  • vim nome_do_servidor.cfg

import commands
krn_vers = commands.getoutput(‘uname -r’)

name = ‘nome_do_servidor’
builder = ‘linux’
ostype = ‘squeeze’ (Em distribuições debian-like, usar o nome da versão. Em distribuições centos, usar centos-{3,4,5 ou 6}, para demais, consulte tabela)
disk = [
‘file:/nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor/hd_root.img,xvda1,w’,
‘file:/nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor/hd_swap.img,xvda2,w’
]
memory = 1024 (Quantidade de memória)
vcpus = 1 (Quantidade de processadores)
arch = ‘amd64’ (Arquiterura do servidor: i386 ou amd64)
vif = [ ‘bridge=xenbr0’ ]
kernel = ‘/boot/vmlinuz-‘ + krn_vers
ramdisk = ‘/boot/initrd.img-‘ + krn_vers
root = ‘/dev/xvda1 ro’
on_poweroff = ‘destroy’
on_reboot = ‘restart’
on_crash = ‘restart’
extra = ‘xencons=xvc console=xvc0 video=tty’
vfb = [ ‘type=vnc,vncdisplay=X,vnclisten=0.0.0.0,vncpasswd=senha_vnc’ ] (vncdisplay=X é o mesmo que: 590X, ou seja, vncdisplay=1 significa 5901)

  •  Inicializar instalação do sistema básico

cd /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor/tmp
debootstrap –arch amd64 squeeze . http://ftp.debian.org/debian
debootstrap –arch amd64 lucid . http://archive.ubuntu.com/ubuntu

  •  Finalizar instalação
  • cd /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor/tmp
  • use o editor de texto de sua preferência
  • INITTAB – Debian / CentOS

vim etc/inittab

–Incluir linha–

#Xen
co:2345:respawn:/sbin/agetty 38400 xvc0

  •  EVENT.D – Ubuntu

mkdir etc/event.d

vim etc/event.d/xvc0

# xvc0 Xen Console
# This service maintains a getty on xvc0 from the point the system is
# started until it is shut down again.
start on runlevel 2
start on runlevel 3
stop on runlevel 0
stop on runlevel 1
stop on runlevel 4
stop on runlevel 5
stop on runlevel 6
respawn
exec /sbin/agetty 38400 xvc0

  • Configurar rede, se necessário:

vim etc/network/interfaces

  • Configurar securetty

vim etc/securetty

–Incluir no final do arquivo–

# Xen console
xvc0

  •  Copiar arquivos do kernel

cp -a /lib/modules/$(uname -r) lib/modules

  •  HOSTS

vim etc/hosts

127.0.0.1 localhost.localdomain localhost
ip_do_servidor nome_do_servidor.dominio_do_servidor nome_do_servidor

  •  HOSTNAME

vim etc/hostname

nome_do_servidor

  •  Configurar rede, se necessário

vim etc/network/interfaces

  •  Configurar securetty

vim etc/securetty

–Incluir no final do arquivo–

# Xen console
xvc0

  •  Copiar arquivos do kernel:

cp -a /lib/modules/$(uname -r) lib/modules

Se o sistema de destino não for 64bit, efetuar a cópia dos módulos 64bits

mkdir -p lib64/modules

cp -a /lib64/modules/$(uname -r) lib64/modules

  •  Desmontar imagem do HD virtual

cd /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor

umount tmp

  •  Inicializar máquina virtual

xm create -c /nome_do_diretorio/domains/nome_do_servidor

Se a rede foi configurada, o servidor pode ser acessado via ssh

Acesso via VNC, ip_do_servidor:X, onde X faz referência ao vncdisplay informado no arquivo de cfg da máquina virtual

4. Bibliografia

3 formas de organizar sua vida usando Gnote

Organize-se! Aqui estão 3 maneiras de organizar a sua vida e construir uma base de dados pessoal com Gnote.

O Gnote deve vir pré-instalado na sua instalação do Fedora, pelo que não incluímos aqui instruções de instalação. Para começar a usar o Gnote, basta clicar sobre o ícone do post-it amarelo que aparece no seu painel do ambiente de trabalho, como aqui mostrado.

1. Manter e gerir listas diárias de Tarefas

Pode ter lido alguns livros sobre organização pessoal, como Gettings Things Done de David Allen, que defendem a manutenção de listas de todas as tarefas que temos em mãos. Um problema que tive ao usar o sistema defendido em Getting Things Done é que acabamos com algumas longas listas que podem ser realmente desmotivadoras de analisar – todas aquelas coisas numa grande e longa lista podem ser avassaladoras.

Usando Gnote, no entanto, pode armazenar uma ampla (e longa) lista mestra ‘Tarefas’, uma completa lista de tarefas ‘Em Espera’ que está à espera que outras pessoas terminem, e uma lista de tarefas de ‘Algum Dia’ ou ‘Tickler’ que gostaria de fazer um dia – e que também pode armazenar diariamente listas de ‘Tarefas’ que terminam num pedaço muito pequeno e de fácil digestão de listas mestres maiores. Isto pode ser muito menos de desmotivador, porque está a realizar tarefas separadamente da sua lista mestre, armazenadas separadamente, mas de uma forma que o protege da enorme quantidade de tarefas que ainda não tenha realizado no trabalho de hoje!

Configurar as suas 3 principais listas mestras de tarefas

O deve fazer primeiro é transcrever qualquer uma das suas listas mestras de tarefas / em espera / qualquer dia do seu sistema de arquivo actual – talvez um caderno de papel – e criar uma nota no Gnote para cada uma. Se ainda não tiver nenhumas listas, aqui está um processo básico para criá-las:

  • Analise todas as notas, emails e documentos que possa ter, o seu cérebro, e anote tudo que o precisa fazer. Mercearias, projectos de trabalho, telefonemas para fazer – tudo serve. Anote tudo numa nota do Gnote; dê como título à nota “Lista Mestra de Tarefas”. Recomendo usar um formato de lista com marcadores – basta adicionar um carácter “*” antes de sua primeira entrada na nota e pressionar Enter para continuar para o próximo item com marcador.
  • Crie mais duas notas no Gnote, uma intitulada “Lista de Tarefas de Qualquer Dia”, e uma intitulada “Lista de Tarefas em Espera”.
  • Comece por percorrer a sua lista item por item. Para cada item, decida se é algo que precisa fazer num futuro imediato, algo que gostaria de ter feito mas não tem necessidade imediata de realizar, ou se é algo em que está envolvido com mas que agora estão nas mãos de outra pessoa.
  • Para os itens que não tenha planos imediatos para concluir, retire-as da “Lista Mestra de Tarefas” so Gnote e coloque-os na nota “Lista de Tarefas de Algum Dia”.
  • Para os itens que está à espera de alguém para continuar, retire-as da “Lista Mestra de Tarefas” do Gnote e coloque-os na nota “Lista de Tarefas em Espera”.

Agora tem três listas de tarefas mestras principais!

Fluxo de trabalho diário

Aqui está um fluxo de trabalho diário que pode usar para fazer este sistema funcionar!

  1. No início do dia, crie uma nova nota e coloque a data. Por exemplo, o formato de data que gosto de usar é: “Tarefa: 8 de Novembro de 2010”.
  2. Abra a sua nota da “Lista Mestra de Tarefas” e escolha um ou dois itens acha que pode realizar hoje. Copie-os para a nota de Tarefas de hoje.
  3. Abra a sua nota da “Lista de Tarefas em Espera” e escolha um ou dois itens que acha que poderia acompanhar hoje. Se o João tem aquela proposta na mesa desde à duas semanas, agora pode ser um bom momento para o lembrar que está à espera que ele a reveja!
  4. Á medida que o seu dia progride, tente trabalhar nos itens que definiu para si mesmo. À medida que completa esses itens, seleccione o item e pressione Ctrl+S para o riscar da sua lista.
  5.  Coisas fora dos nossos planos diários surgem sempre, e às vezes temos de desistir do nosso plano e atender a essas questões imprevisíveis mais urgentes. Não se preocupe com isso!
  6. No final do dia, anote tudo que tenha realizado ou onde tenha gasto tempo fora do âmbito das tarefas que planeou para o dia. Crie uma nova nota de tarefas para amanhã e copie todos os itens que não realizou hoje para o seu plano de amanhã. Para todos os itens que completou hoje, risque-os, também, da sua “Lista Mestra de Tarefas”.

Pode manter todas estas listas sempre visíveis na lista de notas do Gnote clicando no ícone do pionés ao lado deles na lista. Manter listas de tarefas diárias usando o Gnote é uma óptima maneira de rever o que conseguiu concretizar ao fim de uma semana, e torna mais fácil escrever relatórios semanais do estado, se o seu trabalho o exigir.

2. Limpe todos aqueles recados colados na sua secretária!

Rasgue-os todos! Isso mesmo! Reúna todos os seus recados, pedaços de papel, notas escritas nas costas de outros papéis e faça uma pilha. Um por um, passe por cada pedaço de papel e transcreva-o para um Gnote digital. Agora sua mesa está muito mais arrumada e pode pesquisar em todas as suas notas.

Pesquisar nas suas notas

Clique no ícone do Gnote no seu painel do ambiente de trabalho e seleccione no menu Procurar em todas as notas. Pode pesquisar em todas as suas notas ou apenas em notas de específico ‘Livro de notas’.

3. Mantenha excelentes minutas de reuniões e envie-as!

Adquira o hábito de abrir uma nota do Gnote nova para cada reunião que frequenta e em breve terá uma base de dados de todas as reuniões que participou. Recomendo que use assunto e data da reunião no título da nota.

Quer ser um herói para os seus companheiros de reunião? Pode facilmente exportar as suas minutas das reuniões para HTML ou PDF e enviá-las por email.

Exportar para HTML

  • Abra a minuta de notas da reunião.
  • Clique no ícone ‘engrenagem’ na barra de ferramentas do topo da nota.
  • No menu seleccione ‘Exportar para HTML’.

Recomendo guardar a exportação de HTML no seu ambiente de trabalho, de seguida, vá ao seu ambiente de trabalho, clique com o botão direito do rato no documento e seleccione “Enviar para” no menu para enviá-lo por email.

Guardar a sua nota como um ficheiro PDF

  • Abra a minuta de notas da reunião.
  • Clique no ícone ‘engrenagem’ na barra de ferramentas no topo da nota.
  • Seleccione ‘Imprimir’ no menu.
  • Na caixa de diálogo Imprimir que aparece, seleccione ‘Imprimir para Ficheiro’ no topo da lista de impressoras.
  • Preencha um nome para o PDF no campo ‘Nome:’ e clique no botão à direita ‘PDF’.
  • Escolha uma pasta para guardar o PDF no diálogo ‘Guardar na Pasta:’ e clique no botão ‘Imprimir’ para criar o PDF.

Para enviar por email o PDF, recomendo que o guarde no seu ambiente de trabalho, vá no seu ambiente de trabalho, clique com o documento e seleccione ‘Enviar para’ no menu para enviá-lo por email.
Mais dicas do Gnote

Aqui estão mais algumas sugestões de maneiras de organizar a sua vida com Gnote:

 

  • Planeamento de Eventos: Todos os endereços web ou endereços de email que colar numa nota tornar-se-ão em ligações clicáveis. Se está, digamos, a tentar reservar uma sala de recepção para um evento, pode criar uma nota de lugares possíveis, reunir os seus números de telefone e endereços da web num só lugar, e assim que ligar para cada lugar, pode fazer anotações dentro da nota e ter acesso rápido e fácil ao seu sítio web para analisar à medida que fala.
  • Listas de Compras: Durante a semana, à medida que percebe que vai ficar sem itens ou que precisa de determinado item para um receita que quer experimentar, adicione-os a uma nota ‘lista de compras’. Quando estiver pronto para ir ao supermercado, basta imprimir a lista e trazê-la consigo.
  • Recomendações de Armazenamento: Os amigos estão sempre a recomendar restaurantes a experimentar, livros a ler, filmes a ver – mas quando é a altura de comer, ir à biblioteca ou escolher um filme, nunca me consigo lembrar dessas recomendações. Nunca mais! Mantenho listas de ‘A Experimentar’ numa variedade de categorias no Gnote – restaurantes, livros, filmes, destinos de viagem, receitas, álbuns de música – e durante os momentos em que eu não tenho certeza do que experimentar, puxo dessas listas.

Fonte: Fedora Project

Twitter de comandos Unix

O twitter @UnixCommandstem a proposta de reunir dicas de comandos que cabem em uma linha, bem como a de linkar páginas com conteúdo relevante para aumentar a eficiência do trabalho com a shell *nix.

Se você tem mais idéias de comandos ou de posts que possam ser úteis para os usuários de shell Unix e similares, estamos procurando por mais colaboradores. Para contribuir basta twittar para nós um comando. Nós iremos retwittar! Agradecemos antecipadamente aos colaboradores.

[referência: twitter.com]

[referência: facebook.com]

[fonte: br-linux.org]