Instalação do Arch Linux Sem Dor

De acordo com seu Guia de Instalação Oficial, o Arch Linux é uma Distribuição GNU/Linux otimizada e desenvolvida para arquiteturas i686 e x86_64 de forma independente. Para quem não sabe, a ideia inicial para a criação do Arch Linux veio da distribuição Linux chamada CRUX.

O CRUX é uma distribuição GNU/Linux bastante leve, otimizada para arquiteturas i686 e voltada para usuários mais experientes no mundo Linux. O foco principal desta distribuição é “keep it simple”, que reflete em um sistema de pacotes simples baseado em arquivos tar.gz, enquanto seu objetivo secundário é a utilização de novos recursos do Linux, ferramentas inovadoras e bibliotecas. O CRUX utiliza apenas pacotes estáveis na sua instalação, podendo requerer a compilação de alguns aplicativos.

O desenvolvimento do Arch é focado no equilíbrio entre simplicidade, elegância, retidão de código e programas “bleeding edge” (extremamente recentes). Sua leveza e simplicidade o torna fácil de estender e/ou moldar para qualquer tipo de sistema que você esteja construindo.

O Arch Linux é considerado por muitos como um Linux difícil de usar e, principalmente, de instalar. Mas vou provar neste post que isso é uma inverdade, e uma injustiça com essa poderosa distribuição Linux. Por isso, deixe seu medo de lado e saiba que qualquer usuário Linux, independente de seu conhecimento sobre o sistema, pode usar essa poderosa distribuição no seu dia-à-dia, seja no trabalho, em casa, ou mesmo em seus estudos (escola, faculdade).

Fonte: Mind Bending

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Google libera Voice e Video Chat Technology como Open Source

Entre as grandes empresas de tecnologia, a Google tem aberto o código de muitos de seus próprios projetos a uma taxa crescente, e o mais recente é o opensource WebRTC, uma tecnologia aberta de voz e video pela internet. O código e a API estão disponíveis aqui. WebRTC é um projeto aberto que permite que os navegadores utilizem RTC (Real-Time Communications) através de simples APIs Javascript. Segundo o Google: “Esta primeira versão do WebRTC visa principalmente a comunidade de desenvolvedores de navegadores. Permite aos fabricantes de navegadores integrar os componentes necessários para uma comunicação rica em seus navegadores web..”

Fonte: Linux.com

JWS – Just Wanna Say

Acho que todo mundo trabalha ou já trabalhou com aquele colega que passa o dia inteiro ouvindo música pesada num fone de ouvido que o isola completamente do mundo exterior. Diversas técnicas já foram criadas para chamar a atenção desses colegas, como por exemplo tentar falar muito alto, gesticular freneticamente ou tentar atingi-los com objetos diversos. Entre nós há alguns colegas assim, e também há o colega criativo que gosta de inventar maneiras inusitadas de resolver problemas. E foi nesse contexto que surgiu o jws, um programinha que lê coisas usando o serviço do Google Translate.

Inicialmente utilizado para sacanear nosso colega do fone de ouvido, o jws foi evoluindo até se tornar indispensável, com mil-e-uma utilidades e aplicações. Se você tem acesso ao Google Translate, um interpretador Python e por algum motivo precisa que um programa leia coisas, então o jws é ideal para você.

É sabido que o jws funciona bem em nossos sistemas Linux, mas ele deverá rodar tranquilamente em Windows ou Mac. E se por acaso ele não achar um jeito de tocar o áudio em seu sistema, é possível adicionar novos métodos de saída com bastante facilidade.

O jws é simples e fácil de usar. Experimente, por exemplo, o seguinte:

$ jws Olá, mundo.

Mas também há opções mais avançadas, que permitem escolher o idioma da entrada
e o backend de saída. Para ler um texto em inglês, com o mplayer, por exemplo,
podemos usar o seguinte comando:

$ jws --language=en --backend=external --backend-options=mplayer "Hello world! I'm a fancy little lovely text-to-speech program."

O código está disponível num repositório no bitbucket, mas você pode baixar um pacote diretamente aqui.

Fonte: opensourcecoders

Juntando arquivos pdf

Bom, se vocês, como eu, já quiseram juntar vários pdfs em um único arquivo, seja pra facilitar ou mesmo organizar, hoje vou mostrar a solução que adotei.

Primeiramente, lembramos que estamos trabalhando em uma estação linux com Ubuntu, portanto, se a sua praia é M$ (Microsoft Windows) isso não vai ser de grande utilidade.

Instalação dos pacotes:

sudo apt-get -y install pdftk

Após instalado, basta mudar para o diretório que contém os arquivos a serem unidos e unir os arquivos:

# muda o diretorio
cd /diretorio_com_as_partes_pdf

# une os arquivos
pdftk arquivo1.pdf arquivo2.pdf cat output arquivo.pdf

As 10 principais diferenças entre o Windows e o Linux

É bastante comum encontrarmos comparações entre Linux e Windows. Algumas apontam pontos fortes e fracos de cada um, outras apenas atacam o rival. Porém, poucas são aquelas realmente tiram as dúvidas dos usuários.

Windows ou Linux?Windows ou Linux?

Este artigo do TechRepublic aponta as 10 principais diferenças entre o Windows e o Linux, sem ataques ou flames desnecessários. O Guia do PC obteve autorização da editora do TechRepublic, Jody Gilbert, para esta tradução livre.

1. Acesso completo x Sem acesso

Provavelmente, a maior diferença entre o Windows e o Linux, é que no Linux você tem acesso completo ao código fonte. Isso ocorre porque o Linux está sob a GNU Public License (GPL), e todos os usuários, de todos os tipos, podem acessar (e alterar) o código do kernel do sistema. Você quer fazer o mesmo com o Windows? Boa sorte. A menos que você faça parte de um seleto grupo de pessoas, você nunca irá botar os olhos no código-fonte do sistema operacional da Microsoft.

2. Liberdade de licença x Restrições de licença

GNU, licença do kernel LinuxGNU, licença do kernel Linux

Com um sistema Linux, licenciado sob a GPL, você é livre para modificar, lançar novamente e até vender os aplicativos que você usa (desde que mantenha o código fonte disponível). Além disso, com a GPL, você pode baixar uma simples cópia de uma distribuição Linux e instalar em quantas máquinas você queira. Com a licença Microsoft, você não pode fazer nenhum dos dois e é obrigado a usar apenas o número de licenças compradas. Se comprou 10 licenças do Windows para sua empresa, por exemplo, só pode instalar o Windows legalmente em 10 máquinas. Se instalar em mais de 10 máquinas, estará descumprindo o contrato aceito no momento da instalação do sistema operacional.

3. Suporte online comunitário x Suporte via help-desk pago

AjudaIsso pode até ser um empecilho para que empresas usem o pinguim, mas, com o Linux, você tem suporte de um grande número de fóruns e sites de ajuda (como o Guia do PC Respostas), busca online e uma gama de sites dedicados sobre o assunto. E, claro, é possível comprar contratos de suporte com algumas grandes companhias de Linux, como a Novell e a Red Hat.

No entanto, se você quer suporte gratuito no Linux, não pode ter pressa. Isso porque, quando você reporta uma dúvida em um fórum de discussão, por exemplo, é possível que espere 10 minutos para que seja respondido, como também pode demorar horas ou dias, ou até mesmo nunca ser respondido. Mas, geralmente, os principais problemas no Linux são documentados e, as chances de você conseguir uma resposta rápida é grande.

Do outro lado da moeda está o Windows. Sim, você tem o mesmo suporte de usuários Windows em fóruns que abordam o sistema, e pode contatar o suporte da Microsoft também. De muitas pessoas que contrataram o suporte pago do Linux, ou o suporte pago da Microsoft, não dá pra dizer qual fica mais satisfeita.

4. Suporte completo de hardware x Suporte parcial

HardwareUm problema que aos poucos está sendo sanado, é o suporte a hardware. Anos atrás, se você pretendia instalar Linux, você teria que escolher a dedo todo o equipamento do seu computador, ou não teria uma instalação 100% funcional. Hoje esta teoria caiu por terra. Você pode pegar tanto um PC ou laptop (ou até mesmo um Mac) e a maioria das distribuições instaladas terão muitas chances de funcionar 100%. Claro, ainda existem algumas exceções, mas elas são cada vez mais raras.

Com o Windows, você sabe que cada parte do hardware irá funcionar no seu sistema. Claro, há uns e outros que, eventualmente, demandarão mais tempo na caça a drivers que você não possua o CD de instalação. Você então pode descansar tranquilo sabendo que aquela placa de vídeo de última geração provavelmente vai funcionar no máximo de sua capacidade.

5. Linha de comando x Sem linha de comando

Prompt de comandoNão importa onde a evolução do Linux chegue, ou quão fantástico o ambiente desktop possa se tornar, a linha de comando será sempre uma ferramenta imprescindível para propósitos administrativos. É difícil imaginar uma máquina com Linux sem a linha de comando. Entretanto, para o usuário final, já é algo bastante próximo da realidade. Você pode usar o Linux por anos sem jamais tocar na linha de comando, assim como você faz no Windows. E embora você possa utilizar a linha de comando no Windows, ela não será tão poderosa quanto é no Linux. A Microsoft tende a esconder o prompt de comando do usuário. A menos que você acesse o “executar” e entre com “cmd”, o usuário provavelmente nem saberá que a linha de comando existe no Windows. E mesmo que ele consiga acessá-la, não terá utilidade nenhuma, já que praticamente todas as configurações do Windows são feitas pelo ambiente gráfico.

6. Instalação centralizada de aplicativos x Instalação descentralizada

SoftwareCom qualquer distribuição Linux atual, você tem um local onde é possível procurar, adicionar ou remover softwares. São os gerenciadores de pacotes, como o Synaptic. Com ele, você pode abrir uma única ferramenta, procurar por uma aplicação (ou um grupo de aplicações) e instalar sem fazer qualquer busca na internet. Mesmo assim, é importante lembrar que softwares sem pacotes pré-compilados existem, e complicam muito a vida do usuário iniciante.

O Windows não tem nada parecido com isso. No Windows, você precisa saber onde encontrar o software que você pretende instalar, baixar o software (ou colocar o CD no drive), e executar setup.exe ou install.exe. Por muitos anos pensamos que instalar aplicativos no Windows era mais fácil que no Linux, e por muitos anos estavamos certos. Não agora. Instalar aplicativos no Linux é simples, indolor e centralizado – na maioria das vezes.

7. Flexibilidade x Rigidez

É comum compararmos Linux e Windows a outros hábitos do cotidiano. Carros e motos, casas e apartamentos… mas vamos tentar nos ater ao desktop em si. A não ser que você pretenda pagar para instalar um aplicativo de terceiros, para alterar a aparência, por exemplo, no Windows você terá que se contentar com o que a Microsoft decidiu que é bom pra você (ou modificar arquivos do sistema, o que, pelo menos em teoria, é proibido pela licença). No Linux, você pode confortavelmente fazer seu desktop ter o “look and feel” que é a sua cara. Você pode ter exatamente o que você quer. Desde um ambiente gráfico simples, como o Fluxbox, até uma experiência 3D completa com o Compiz.

8. Fanboys x Corporativismo

Quisemos adicionar esse tópico pois mesmo o Linux tendo atingido um nível superior ao de projeto escolar, os usuários tendem a ser fanáticos que apelam para os mais diversos tipos de medidas para fazer você escolher o Linux e não o Windows. Muitos dos ditos fanboys ainda tentam recrutar novos para o bando, e isso é realmente muito ruim. Muitos acham que isso não é profissional. Mas por que algo que é digno de um trabalho de grandes empresas precisa de “animadores de torcida”? O programa não deveria fazer sucesso sozinho? O problema é que com a natureza livre do Linux ele tende a ter uma diferença de marketing em relação ao milionário orçamento da Microsoft. Por isso existe a necessidade de se ter mihares de fãs ao redor do mundo para espalhar o sistema. E o boca-boca é o melhor amigo do Linux.

Entrada frontal do campus da Microsoft em Redmond, nos Estados Unidos.Entrada frontal do campus da Microsoft em Redmond, nos Estados Unidos.

Muita gente imagina que a imagem do Linux como sistema operacional possa ser prejudicada pelos fanboys do sistema. Mas preferimos discordar. Outra companhia, graças ao fenômeno de seu simples tocador de música e telefone, sofreu do mesmo problema, e até agora a imagem dela não foi prejudicada por isto. O Windows não tem estes mesmos fãs.

9. Montagem automática de mídia removível x Montagem não-automática

Está fresco na memória os velhos tempos que tínhamos de montar o disquete para usá-lo e desmontar para removê-lo. Pois bem, isso está prestes a chegar ao fim – mas não completamente. Uma questão freqüente de novos usuários Linux é o modo como a mídia removível é usada. A idéia de ter que “montar” manualmente uma unidade de CD para acessar seu conteúdo é totalmente estranha para novos usuários. Há uma razão para isso ser assim. O Linux sempre foi uma plataforma multiusuário, por isso, pensava-se que forçar um usuário a montar uma mídia para usá-la ajudaria salvar os arquivos desse usuário de serem substituídos por outra pessoa. Pense nisso: Em um sistema multiusuário, se todos tivessem acesso instantâneo a um disco que foi inserido, o que impediria de excluir ou sobrescrever um arquivo que tinha acabado de ser adicionado à mídia? Agora as coisas têm evoluído ao ponto em que no Linux, subsistemas são criados e configurados de forma que você pode utilizar um dispositivo removível da mesma forma que utilizaria no Windows. Mas essa não é a regra. Sempre tem quem goste de editar o arquivo /etc/fstab, não é mesmo?

10. Run levels multi-camadas x Run level único

DesktopO Linux possui habilidade de funcionar em diferentes run levels. Com isso, dá para usar o Linux pela linha de comando (run level 3) ou via interface gráfica (run level 5). Assim, se algo ocorrer com o servidor gráfico X.org, você pode logar como superusuário (root) pela linha de comando e assim resolver o problema.

Com o Windows você terá sorte de usar a linha de comando em modo seguro – e então você pode (ou não) ter as ferramentas necessárias para resolver o problema. No Linux, mesmo no run level 3, você pode obter e instalar uma ferramenta para ajudá-lo. Ter diferentes run levels também é positivo de outras maneiras. Digamos que a maquina em questão seja um servidor Web ou de e-mail. Você quer disponibilizar a ele toda a memória instalada, portanto não poderá iniciar a maquina no run level 5. Entretanto, em certos momentos você talvez precise da interface gráfica para administrar o sistema (embora isso também seja possível por linha de comando). Graças ao comando startx a partir da linha de comando no run level 3, você terá acesso a interface gráfica também. No Windows você ficará preso ao run level gráfico, exceto quando enfrentar um problema realmente sério.

Fonte: Guia do PC.

Navegando anonimamente com TorK

“Todos que navegam na Internet são rastreáveis”.

Pacotes de dados de internet incluem não só os dados reais a serem enviados, mas também os cabeçalhos com informações de roteamento que são usados para orientar os pacotes para seus destinos. Mesmo se você usar criptografia como segurança extra, as informações de roteamento – que não podem ser criptografadas – podem revelar detalhes sobre o que você está fazendo, com quem você está falando, em quais serviços você está conectando, e os dados que você esta acessando. Intermediários (autorizados ou não) podem ver esses os dados e aprender mais sobre você.

Se você quer um nível mais elevado de anonimato, TorK pode fazer o trabalho. Ele usa a rede Tor (The Onion Router)  para oferecer uma maneira mais segura de navegar.

Artigo na íntegra no Linux.com (em Inglês).

Liberada versão 0.7.105 do Distribuição StressLinux

Carsten Schöme anunciou a liberação da release 0.7.105 do StressLinux, uma distribuição linux baseado no openSUSE e dedicada aos usuários que precisam, ou gostam, de testar e monitorar seus sistemas.

Texto do site oficial:

“A nova versão do StressLinux (0.7.105) está pronta para download. O sistema básico é agora o openSUSE 11.4 com drivers de rede atualizados para placas r8101, r8168 e r8169. Os pacotes específicos StressLinux também foram atualizados, bem como, incluidos BusyBox, iperf, lm_sensors, lshw, Memtest86, Memtest86 +, mprime, smartmontools (SVN r3314), x86info e cruncher-y. Há um problema conhecido, Memtest86 + não está funcionando a partir das imagens ISO. Este parece ser um problema entre o novo pacote e o SUSE Studio Build System e será corrigido em uma próxima versão…”

Changelog completo pode ser visto na página do projeto StressLinux.org.

Download:

StressLinux 32bits 0.7.105 (226MB)

StressLinux 64bits 0.7.105 (194MB)